Respeite o meio ambiente

Nossas ações no presente tem impacto no nosso futuro e do nosso planeta. É preciso produzir, consumir e descartar de uma forma sustentável. No Brasil, a Dana foi uma das primeiras indústrias de autopeças a se preocupar com a preservação do meio ambiente. Há mais de 40 anos, em 1976, o grupo começou a construir um complexo industrial em forma de parque, na cidade gaúcha de Gravataí, com destaque para diversos fatores de respeito e preservação do meio ambiente, do tratamento de efluentes a preservação da vegetação.

Integrado à natureza e com um sistema pioneiro de tratamento de efluentes, é certificado pela norma ambiental ISO 14001 desde 1999. A empresa recebe importantes premios regionais e nacionais por suas iniciativas e projetos, do tratamento da água usada no complexo de Gravataí, a reciclagem. Além das ações dentro das fábricas, a Dana apoia vários programas de educação ambiental nas cidades onde está presente.

Nosso compromisso com o planeta também se estende a cada produto. Nenhum item é feito com matérias-primas poluentes ou perigosas. E a Dana está sempre desenvolvendo peças mais leves, duráveis e sem manutenção, inclusive para os veículos elétricos e a hidrogênio. É preciso pensar em cada detalhe desde o início, quando uma nova peça ainda é apenas um desenho na tela do computador. São analisados todos os materiais, a mineração, as fontes de energia, o consumo de água, os resíduos e a qualidade do trabalho nas fábricas.O componente também precisa ser leve, durável, fácil de consertar e contribuir para a redução do consumo e da poluição dos veículos.

Por isso, na hora de comprar uma peça, escolha bem. Dentro de cada caixa, pode estar um pequeno gesto para criarmos um mundo melhor.

Respeite o meio ambiente

Parte importante do trabalho e da própria operação da sua ocina é o descarte correto dos produtos que serão substituídos.

Praticar a coleta seletiva deve ser um compromisso de todos nós, nas nossas casas e no trabalho. E isso começa pelas embalagens que devem ser separadas e descartadas de acordo com o tipo de material, com atenção para contaminações e sujeiras. Se a embalagem estiver suja de óleo, não pode ser reciclada normalmente. Óleos e graxas devem ser separados e destinados para os recipientes corretos. Componentes de borracha como coifas, buchas ou calços tem destino separado, não são de plástico. As peças de metal podem e devem ser reciclados como sucata ou mesmo remanufaturados quandopossível, anal o que pode ser reciclado deve ser reciclado. E o que não pode, deve ser separado e destinado corretamente.

Gestão Ambiental

Cada vez mais, os empresários da reparação têm que estar bem informados sobre as questões que envolvem a gestão ambiental. Não é apenas uma forma de evitar prejuízos com multas e processos. Se bem aplicada, é uma ótima ferramenta para fortalecer a imagem da empresa.

Os consumidores estão muito atentos aos problemas do planeta e um grande número deles começa a dar preferência para as empresas que trabalham de uma forma sustentável. Fazer essa transição numa oficina não é tão complicado e pode começar com ações bem simples.

Procure estudar a legislação ambiental, economize e reaproveite a água, tente ampliar a entrada de luz natural, poupe combustíveis e solventes, dê destino correto aos resíduos, não troque peças sem necessidade e divulgue suas ações entre os colaboradores e clientes.

Para estruturar a gestão ambiental da empresa, outro caminho bem simples é sempre ter em mente três princípios fundamentais:

  • Redução: Pense bem antes de comprar, para não adquirir produtos que não serão utilizados. Também procure reduzir o consumo de materiais de uso frequente.
  • Reutilização: Fique atento à quantidade de resíduos e efluentes descartados. Um mesmo objeto pode ter várias usos diferentes antes de ser jogado no lixo.
  • Reciclagem: Faça parcerias com grupos especializados e procure reciclar ao máximo tudo o que sobra na oficina: peças, lubrificantes, solventes, papéis, etc.

Quer saber mais sobre Gestão Ambiental na sua empresa? Nossa série “Quer Saber” explica!

Descarte certo

Na oficina, qualquer material contaminante tem que ser descartado de forma correta. Como o óleo, a bateria, as embalagens e as peças precisam ter uma área adequada de destinação, o que significa também organização, o que se traduz também em dinheiro para a oficina, pois tudo pode ser vendido para empresas de reciclagem, como as embalagens e o óleo que será reprocessado. Inclusive, o óleo pode ser adquirido em tambor, o que é mais rentável para a oficina, sugere.
Igualmente tem descarte correto os filtros de ar, de óleo e de combustível.
E para a lavagem de peças existe na oficina uma caixa de decantação que separa a água do lodo (sujeira e óleo). “A cada seis meses é feita a limpeza desta caixa e uma empresa especializada recolhe esse lodo que tem como destino a incineração.

  • Entre as principais fontes de poluição de uma oficina estão:
    Resíduos sólidos: representam a grande maioria, desde embalagens, jornais e estopas até peças usadas, pneus e vidros. Quase tudo pode ser reciclado.
  • Emissões gasosas: as oficinas mecânicas devem tentar reduzir o tempo de funcionamento dos veículos. Nas funilarias o ideal é usar cabines de pintura.
  • Poluição sonora: além de causar impactos ambientais, também pode gerar problemas com a vizinhança. Controle os horários e os ruídos da oficina.
  • Efluentes líquidos: estão entre os mais poluentes. Tenha cuidado redobrado com o descarte de óleos, combustíveis, solventes e produtos de limpeza.

Faça a sua parte e juntos contribuímos para um futuro sustentável.

Quer saber mais?

Preservar o planeta

Muito além de um modismo, a consciência ambiental é uma questão de sobrevivência para a humanidade.

Durante séculos, o progresso foi a palavra de ordem. Os recursos naturais da Terra foram explorados ao máximo, até a sua exaustão. Como era de se esperar, esse modelo econômico se tornou insustentável. Os problemas ambientais começaram a surgir por todos os lados e, agora, está em nossas mãos garantir o futuro das próximas gerações.

Grande consumidora de matérias-primas e responsável por uma parcela significativa da poluição, a indústria da mobilidade está se reinventando. Hoje, seja na produção de um avião ou um scooter, todos buscam o menor impacto ambiental. Os consumidores, cada vez mais bem informados, passam a escolher as empresas realmente sustentáveis.

OFICINAS

As oficinas devem ficar muito atentas a essa nova realidade. Em pouco tempo, a gestão ambiental será um dos pontos decisivos para o sucesso do empresário da reparação. Basta lembrar que a legislação está ficando rigorosa, começa a faltar água, a energia está cara e muitos clientes estão aderindo às causas ambientais.

No início, o mais importante é ter boa vontade e criatividade. Não pense que a gestão ambiental é apenas um assunto para as grandes empresas e que exige investimentos milionários. Com muito pouco, é possível ajudar o planeta, gastar menos, gerar novas receitas, se diferenciar da concorrência e ainda ampliar o movimento.

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